UNIQUE TYPES

UniqueTypes

Puts, adorei essa campanha.

E olha que sou São Paulino e não daria ibope para o “gambá” por nada, mas essa campanha da AACD é sua maneira divertida e eficiente de apresentar as Unique Types , fantástica.

A idéia das fontes é genial, vou ter que fazer algo AllType só para brincar com elas.

@w_olivetto from AACD on Vimeo.

@marcello_serpa from AACD on Vimeo.

WWW.UNIQUETYPES/AGENCIAS

Se você gostou, vai lá, baixe suas fontes “únicas” e mostre que mesmo agora onde muita gente vai brincar com os mesmos tipos, o que vale é a diversidade criativa e humana.

UniqueTypes2

Clique aqui para ver e baixar as fontes e seus designers.

Alice para iPad

alice

Como vão ser os livros na geração da Luisa?

Deixando de lado a guerra Apple x Adobe [onde todos nós só temos a perder] o iPad nasceu revolucionando, não pelo fato da leitura digital e tão pouco pela ausência do flash, mas sim pelo aproveitamento dos recursos touch e de movimento herdados dos iPhone e iPod.

Pense comigo, o número de títulos ainda está longe dos outros e-readers, exemplo no Kindle [Amazon] já chegou a marca dos 360.000 títulos contra os “apenas” 60.000 iBooks, LEMBRE o iPad não tem ainda um mês de vida.

Mas assistindo ao vídeo de apresentação do “Alice for the iPad” já dá para entender qual vai ser o futuro das formas de leitura. Um pop up book digital.

Ponto para a equipe do Steve Jobs e ponto para o sucesso por trás do filme do Tim Burton.

Próximo brinquedo com certeza será esse tablet, alem dos aplicativos vai virar minha pasta de portfólio. Rsrsrsrs.

O app [no caso esse iBook] custa apenas 9 dólares na App Store ou uma versão free mais simples.

The Art of Avatar

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Mandei pro inferno minha birra pelas salas de cinema lotadas e fui assistir Avatar (em 3D!). Não vou soltar spoilers, mas adianto que o filme é belíssimo. Deixo as críticas sobre história e roteiro pra quem não ficou, como eu, plasticamente estasiado com a arte do filme. Duas horas e meia de imagens fantásticas e efeitos incríveis. Perfeito para exemplificar a importância dos profissionais que trabalham com concept art - personagens, criaturas, paisagens, roupas, naves, armas, veículos, etc.
Claro que após a sessão fui perguntar ao Orágooglo se existia algum material documentando especialmente a arte do filme. The Art of Avatar está em contagem regressiva para vir habitar minha estante. Preciso dele tanto quanto de uma máscara de oxigênio para respirar na atmosfera de Pandora.

theartofavatarA resenha a seguir é uma tradução da original:

O roteirista/diretor e ganhador do Oscar James Cameron, criador do Titanic e da série Exterminador do Futuro, concebeu Avatar há mais de dez anos. O filme conta a história de Jake, um ex-marine que fica dividido entre sua lealdade a seus companheiros humanos da Terra e os alienígenas que povoam o planeta Pandora. The Art of James Cameron’s Avatar, o livro que acompanha este épico 3-D de ação e aventura, explora o desenvolvimento e arte conceitual utilizado pela equipe de criação, diretores de arte, designers de efeitos visuais, animadores, estilistas e designers de criaturas para dar vida à visão de Cameron.
Com mais de 100 imagens exclusivas, incluindo sketches, pinturas, desenhos e quadros do filme, The Art of James Cameron’s Avatar revela o processo por trás da criação dos projetos  de design para o filme. Inclui também os projetos de personagens, criaturas e cenários desenvolvidos, como previsto, pela premiada equipe de efeitos visuais. Com entrevistas e histórias dos membros dessa equipe de primeira classe, The Art of James Cameron’s Avatar, traz os leitores aos bastidores dessa experiência sem precedentes.

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—————- Project 880 – avatar – Anexo #001 —————-

Achei massa esse link que o brother Wilson Matsumoto mandou com os concept designer de Scott Patton para o filme Avatar e peguei uma carona na postagem. Clique na imagem abaixo e pire nas artes.

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Crazy Doggy Classic Food

logomarca-CRAZY-DOGGYDizem que maluco atrai maluco. Talvez tenha sido esse o motivo.

Cerca de dois anos atrás a Old Black Gallery foi procurada por uma cara com um sonho e um plano de negócios. Enquanto poucos acreditavam, vimos uma excelente oportunidade e um bom desafio. No último dia 19 de novembro foi inaugurado em Uberlândia o Crazy Doggy® Classic Food; o primeiro fast food temático da região. Entre o “tive um sonho” e a materialização dele, o proprietário Pablo Cintra enfrentou todas as dificuldades que um empreendedor pode encontrar no país, mas não desistiu. Acompanhamos tudo, desde as primeiras visitas a pontos improváveis até os contatos frustrados para merchandising.

Quando ficou decidido que a loja sairia do zero, a OBG já havia trazido o arquiteto Sérgio Fonseca Barbosa para fazer parte do projeto. Daí por diante tudo foi feito de maneira integrada. Gosto de imaginar que o trabalho da OBG começou com o primeiro esboço do conceito Crazy Doggy e não tem data marcada para terminar. Cada etapa concluída dá sequência a outra e nós seguimos realizados por fazermos parte disso desde o início.

Aos poucos vou listando aqui no blog material desenvolvido pela OBG, começando pela logomarca e pelo texto que, dois anos atrás, aprovou a linha criativa para todo o trabalho.

“A atmosfera remonta a meados dos anos 50, os rapazes usam camisetas brancas, jaquetas de couro e blue jeans com a barra dobrada. Dirigem hot rods, ouvem Bill Haley e Buddy Holly com suas garotas adornadas com franjinha e óculos escuros. O point é sempre o mesmo, dançando ao lado de uma jukebox ou no carro esperando, entre beijos, um legítimo hot dog americano com batatas fritas e refrigerante, impecavelmente servido por garçonetes em seus patins brancos com 4 rodas vermelhas. O clima é agradável e amistoso, muitos risos e cantadas, pais levam suas crianças para uma noite divertida. Não existe a preocupação e a paranóia do século XXI. Todos se conhecem e se cumprimentam, o cozinheiro gira os pedidos e destaca o próximo, chamando seus clientes pelo nome e nunca abrindo mão do amplo sorriso. Uma tarde de domingo, um fim de dia no trabalho, uma madrugada após a balada com gatos e gatas, não importa; o Crazy Doggy é esse point; onde todos se reúnem e dividem as mesmas alegrias de uma época que não precisa acabar e levam consigo a energia de um lugar onde eles sempre estarão à vontade para paquerar, se divertir, confraternizar com os amigos, relaxar com a família ou simplesmente saborear o Hot Dog mais “crazy” da região.”

Em tempo, todo o plano de mídia da campanha de lançamento foi desenvolvido e executado pela Multiplica Propaganda, nas mãos de Rangel Germano Barbosa. Criação Old Black Gallery.

A Old Black Gallery é Fernando Murilo de Oliveira (Mosca) e Leandro Cezário Borges (Substance).

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Crazy Doggy® Classic Food • Av. Fracisco Galassi, 990

Morada da Colina • Uberlândia-MG

Tivemos uma Epifania

epifania

Essa é uma daquelas postagens que a gente ensaia várias vezes pra escrever mesmo sabendo que é um exercício em vão. Falar sobre o trabalho de um ilustre desconhecido é tarefa relativamente fácil, mas falar sobre o trabalho de um amigo (e mestre) sempre vai exigir mais de você. A solução que encontrei foi ensaiar menos e partir pro improviso, mais autêntico e menos frio que uma análise racional.
“Eu tive uma epifania.” Essa é a frase que resumiu o projeto, hoje concretizado, do mestre Guilherme Lopes. O curta de animação teve seu primeiro corte divulgado aqui na OBG. Só divulgado, pois estava sendo exibido apenas em sessão fechada. Até agora.
Se você dividir os quase 20 mil reais de patrocínio municipal (incentivo cultural) entre as pessoas envolvidas durante os 18 meses de produção vai descobrir que só um nível de loucura controlada poderia explicar o que vocês poderão conferir logo mais. Loucura e paixão, não só por animação, mas por ver sonhos concretizados. Guilherme lopes foi a “liga” desse projeto, foi o cara que “encontrou finalmente a última peça do quebra-cabeças e agora consegue ver a imagem completa”. Pode esquecer Maya, 3D Studio, Cinema 4D, ZBrush, Photoshop e render farms hollywoodianas. Foi tudo open source: Wings 3D, Blender e GIMP. O render foi, muitas vezes, em um bom PC doméstico e uma paciência oriental. Acredito que eu, e tenho certeza que o Mosca também, entendemos essa resignação e essa gana de ver um trabalho de arte concluído. Você faz tudo pensando naquele instante sem nome em que olhamos pra criação e contemplamos o etéreo tornar-se concreto.
Mestre Guilherme, também já sonhei com paisagens que nunca fui capaz de descrever.

A versão em HD e mais sobre o projeto você encontra na página oficial Epifania – www.epifania.art.br

para ver mais trabalhos do mestre Guilherme Lopes basta visitar seu canal no Youtube

FICHA  TÉCNICA EPIFANIA

Roteiro, Direção, Arte e Edição
Guilherme Lopes

Produção e Assessoria de Imprensa
Iara Helena Magalhães

Vozes
Chikin Gomes, Andréa Heloísa Félix,
Heron José M. de Lima, Adilson Teodoro da Silva

Modelagem Orgânica
Guilherme Lopes

Modelagem de Objetos
Diego Gonçalves de Araújo

Auxiliar de Modelagem
Gerson Gomes Neto

Rigging Lead
Guilherme Lopes

Rigging
Elder Alvez Fernandes

Animador Sênior
Guilherme Lopes

Auxiliar de animação
Diego Gonçalves de Araújo

Iluminação e Render
Guilherme Lopes
Diego Gonçalves de Araújo

Sound Design
Paulinho Menezes

Composição de Arranjo
Adilson Teodoro da Silva

Essa é uma daquelas postagens que a gente ensaia várias vezes pra escrever mesmo sabendo que

é um exercício em vão. Falar sobre o trabalho de um ilustre desconhecido é tarefa

relativamente fácil, mas falar sobre o trabalho de um amigo (e mestre) sempre vai exigir mais

de você. A solução que encontrei foi ensaiar menos e partir pro improviso, mais autêntico e

menos frio que uma análise racional.
“Eu tive uma epifania.” Essa é a frase que resumiu o projeto, hoje concretizado, do mestre

Guilherme Lopes. O curta de animação teve seu primeiro corte divulgado aqui na OBG. Só

divulgado, pois estava sendo exibido apenas em sessão fechada. Até agora.
Se você dividir os quase 20 mil reais de patrocínio municipal entre as pessoas envolvidas

durante os 18 meses de produção vai descobrir que só um nível de loucura controlada poderia

explicar o que vocês poderão conferir logo mais. Loucura e paixão, não só por animação, mas

por ver sonhos concretizados. Guilherme lopes foi a “liga” desse projeto, foi o cara que

“encontrou finalmente a última peça do quebra-cabeças e agora consegue ver a imagem

completa”. Pode esquecer Maya, 3D Studio, Cinema 4D, ZBrush, Photoshop e render farms

hollywoodianas. Foi tudo open source: Wings 3D, Blender e GIMP. O render foi, muitas vezes,

em um bom PC doméstico e uma paciência oriental. Acredito que eu, e tenho certeza que o Mosca

também, entendemos essa resignação e essa gana de ver um trabalho de arte concluído. Você faz

tudo pensando naquele instante sem nome em que olhamos pra criação e a contemplamos o etéreo

tornar-se concreto.
Mestre Guilherme, também já sonhei com paisagens que nunca fui capaz de descrever.

Roteiro, Direção, Arte e Edição
Guilherme Lopes

Produção e Assessoria de Imprensa
Iara Helena Magalhães

Vozes
Chikin Gomes, Andréa Heloísa Félix, Heron José M. de Lima, Adilson Teodoro da Silva

Modelagem Orgânica
Guilherme Lopes

Modelagem de Objetos
Diego Gonçalves de Araújo

Auxiliar de Modelagem
Gerson Gomes Neto

Rigging Lead
Guilherme Lopes

Rigging
Elder Alvez Fernandes

Animador Sênior
Guilherme Lopes

Auxiliar de animação
Diego Gonçalves de Araújo

Iluminação e Render
Guilherme Lopes
Diego Gonçalves de Araújo

Sound Design
Paulinho Menezes

Composição de Arranjo
Adilson Teodoro da Silva