The Walls Sketchbook

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80 paredes, muros, fachadas e cenas novaiorquinas só esperando que você comece sua intervenção. Pode grafitar, escrever, ilustrar sem medo de “bulir” em patrimônio alheio. São 160 páginas que podem ser suas por U$16,95.

Mais sobre e onde comprar no www.wallsnotebook.com

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Treino é treino. Jogo é jogo.

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Na postagem anterior falamos da necessidade de fazer um trabalho, bem mais acabado, com uma dedicação extra e cuidados com os detalhes, mas treinar é importante.

Por isso o sketchbook é uma ferramenta fodástica, tanto para desenhos mais rápidos [de observação, rough ou esboços e experimentação] como também para estudo de técnicas e melhorias no traço.

Pensando assim brincar com o caderninho pode ser uma experiência rica e construtiva.

Clique nas imagens para ampliar.

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“Tirando o lacre do Moleskine”

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É algo intimidador começar qualquer caderno de desenho, a síndrome da primeira página acontece com a grande maioria de ilustradores e com os famosos cadernos Moleskines não poderiam ser diferentes, já vi relatos de ilustradores de nome amarelarem ou ficarem relutantes em estrear esse caderno grife.

Acredito que tenha Sketchbook e Watercolour Álbum de outras marcas e/ou artesanais similares ou melhores, mas na hora de desvirginar seu primeiro Moleskine, todos aqueles nomes, como: Vincent Van Gogh, Pablo Picasso famosos que usavam Moleskine, vem a tona …ai dá um certo ar de respeito, mas como eu prego que: “material é para ser usado e abusado”. A intimidação dura pouco e aqui mostro um téco do processo do “descabaçamento” de meu 1º Moleskine Watercolour Album (A4).

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Obs: A qualidade é mesmo garantida e lembrando: Moleskine feio é aquele ainda em branco.

SHIKO #ilustrador

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O trabalho desse paraibano é “deveras” inspirador, faz você ficar horas babando em cada detalhe, navegando e revisitando seu portfólio no Flickr por dias, ai quando você acha que está livre do vicio, ele aparece com mais uma ilustração no melhor estilo “tapa na cara”.

Criatura noturna de João Pessoa (leia postagem sobre, aqui), tem como principal fonte de referência as pessoas a sua volta. Com um trabalho 100% não digital e se intitulando um anti-artista plástico, esse “cabra” deixa qualquer ilustrador low profile com tesão, não apenas pelas mulheres desenhadas, mas também pela história de sua carreira.

Bom, o papo tá bom, mas ver neste caso é melhor que ler. Clique aqui e conheça o portfólio de Francisco José, o ShiKo.

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[Clique nas imagens para ampliar]

SKETCHfly | atualização

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Para não sobrecarregar este blog com meus esboços, que na verdade são apenas treino para trabalhos maiores, meus sketchbooks estão sendo guardados em dois endereços virtuais:

No Flickr Na Sopa / Sketchfly.

No Twitpic FernandoMosca.

Comente junto aos desenhos afinal são estudos e testes, sua opinião ou critica me ajuda muito.