UMBIGO & EUGÊNIO #001

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Resolvi postar aqui um antigo projeto de tiras que fiz junto com o talentoso multi-função Deivid OsBorges. Vamos por partes. #vetor

WiiSpray II – grafitando do sofá.

Já postamos aqui o conceito agora parece que os malucos levaram a serio e está saindo do forno o brinquedo que grafiteiro nenhum pode botar defeito, assista ao vídeo abaixo e imaginem as possibilidades.

- postagem OBG WiiSpray I aqui

- página oficial por aqui

Não é Corel Draw nem Illustrator

Estou em processo de migração acelerada. Illustrator em grandes doses com direito até a querer colocar um Mac na família. Dei uma pausa no meu querido Corel Draw, programa do qual vocês jamais irão me ouvir falar mal, afinal devo a ele muito do que conquistei como profissional. E quem nunca foi ajudado por ele que atire o primeiro tablet.

Mas o assunto aqui é arte e vetor, além da missão de colocar os softwares de ilustração vetorial em seu devido lugar: dentro de uma caixa de ferramentas. Prova disso é que encontrei um terceiro tipo de “martelo” pros malucos por vetor, o Manga Studio EX 4. Não testei o programa mas assisti a um video tutorial e quero dividi-lo com vocês. O artista é Ray Frenden e o trabalho dele é muito bom.


Crow No! from Ray Frenden on Vimeo.

Passei a admirar esse ilustrador não só pela qualidade do trabalho, mas por ter escolhido adequar uma ferramenta às suas necessidades, e não o contrário. O resultado final está aqui. Um vetor limpo, com cores vivas e no estilo das ilustrações dos livros de fábulas infantis. Esse martelo estava na mão certa e isso é o que importa.

Em tempo, a foto do cabeçalho é a artista Lincy Chan demonstrando o Manga Studio. Não por acaso  o trabalho dela é 98% voltado para o estilo Mangá.

As voluptuosas garotas de Bawidamann

Pin-ups, curvas generosas e arte vetorial: Andrew Bawidamann sofre desse mal (?) triplo do qual eu também padeço.  Inspirado em ícones como Bettie Page e usando o estilo Old School esse artista “produz” essas garotas com personalidade e cuidado técnico. Algumas características como o sorriso, os olhos e os contornos sempre sinuosos tornaram-se marca registrada e uma referência valiosa. Devo confessar que foi do trabalho desse cara que surgiu o sorriso da “L’última Donna“.

O bom de acompanhar ilustradores que você admira é reconhecer as fases e a evolução das produções. É, por exemplo, bem nítido o momento no qual a técnica de aplicação de cores e finalização de Bawidamann muda e se torna mais complexa. Nem melhor nem pior: diferente. Das cores e sombras sólidas e contrastantes para o uso de gradientes, com volume e relevo. Arriscaria até mesmo dizer que houve uma mudança de ferramenta de desenho vetorial, do Corel Draw para o Illustrator, já que só os recursos desse último permite o resultado que ele alcançou.

fase 1

fase 2

Mas independente da ferramenta o ilustrador se faz é no lápis e no papel. A idéia, o conceito e genialidade de um tema aparecem sempre antes, em uma prancheta e sem precisar de tomada por perto.

Confira mais na página oficial de Andrew Bawidamann.

Yofikus # Publicidade ou Arte?

É impossível não ficar na dúvida ao se depara com as peças criadas pelo russo Alexander Yofikus, dono de um primoroso trabalho gráfico, esse mestre dos vetores tem um portfólio uniforme e rico em técnicas da boa e velha vector art.
O que mais chama a atenção é o uso das texturas e gradientes que enchem os olhos, imagina, um anúncio de revista tem milésimos de segundos pra que você decida ou não dar atenção a ele; e neste caso Mr. Yofikus cria um vértice no tempo, prendendo nossa atenção nas cores e formas de seu universo.

Bem, é possível, mas quase inimaginável tentar fazer isso utilizando o CorelDraw, tem cara de um trabalho minucioso com o Illustrator, por isso mais um ponto para o software da Adobe.