Une vie de Chat

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Mais uma vez a França produz um longa metragem de animação que mostra algo mais que perseguição insana ao hiper realismo feita pelo cinema de animação americano. A animação Une vie de Chat (Um gato em Paris) foi apresentada ao público brasileiro no Festival Varilux de cinema francês pelo próprio realizador – Alain Gagnol, que também fez um estudo de caso do próprio filme para o programa de animação Cuba-Brasil e tive a honra de participar. Alain Gagnol é animador do estúdio Folimage, onde se formou desde aprendiz. Ele já fez 16 curtas metragem em 10 anos no estúdio e estréia seu primeiro longa metragem.
Ao longo de 3 anos Alain Gagnol desenvolveu um roteiro em parceria com seu colega diretor de arte Jean Loup que desenvolveu a direção artística dos personagens e cenários. Nestes 3 anos o roteiro sofreu alterações para conseguir financiamento (cerca de 4 milhões de euros), o roteiro inicial mais adulto ganhou uma roupagem mais lúdica sem subestimar o público infantil. A direção de arte buscou referências em nas histórias no quadrinho francês, na pintura (Matisse, Picasso, entre outros), no cinema o expressionismo alemão (Fritz Lang) e os filmes noir americanos.

Um-Gato-Em-Paris
A animação foi feita pelo processo tradicional com desenho no papel, mesa de luz e muita paciência ao longo de 3 anos de produção. Mesmo assim esse tempo é considerado relativamente curto considerando uma equipe de 12 animadores e 12 intervalistas. O fluxo de trabalho se deu da seguinte forma:
1. O storyboard foi produzido por Jean Loup e praticamente todos os desenhos foram aproveitados na animação, pode-se imaginar a qualidade desse storyboard;
2. Os cenários eram idealizados por Jean Loup e coloridos por computador para aprovação, assim que aprovados eram então pintados em pastel;
3. O line test era feito todo em papel e digitalizado para se definir a fluidez da animação;
4. O desenho então era pintado com guache eletrônica, cores chapadas com simples preenchimento de áreas em um software de pintura;
5. Um artista fazia a luz em pastel, quadro a quadro;
6. A composição fazia a interação do contorno, da guache eletrônica e da luz pastel e eram fotografados cada quadro 3 vezes para produzir o tremido característico do filme.

A sinopse do filme segue abaixo e é uma dica para quem aprecia animação e arte.
“Dino é um gato que divide sua vida entre duas casas. Durante o dia, ele vive com Zoé, a única filha de Jeanne, um capitão da polícia. Durante a noite, ele perambula sobre os telhados de Paris, na companhia de Nico, um ladrão muito habilidoso. Jeanne está no limite. Não só ela deve prender o ladrão responsável por roubos de diversas jóias, mas ela também tem que supervisionar a vigilância do Colosso de Nairobi, uma estátua gigante cobiçado pelo inimigo público número um, Victor Costa. O gangster também é responsável pela morte de um policial, o marido de Jeanne e pai de Zoé. Quando isso aconteceu, a menina se retirou em silêncio e não disse uma palavra. Eventos levam Zoé a encontrar com Victor Costa e sua gangue de surpresa. Uma perseguição acontece até o amanhecer e leva os personagens a cruzar caminhos, ajudar ou lutar entre si, por todo o caminho pelos telhados de Notre-Dame.”

10 temas que fizeram (a minha) história

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Post light pra descontrair. Reuni 10 temas de abertura de séries que adorava e assistia nos anos 80 (mesmo algumas sendo mais antigas). Tão “ruins” que estão alimentando remakes e mais remakes por falta de criatividade de roteiristas. De filme então, nem falo. Sem ordem de preferência, aproveitem!

Battlestar Galactica

A-team

Ripley’s Believe it Or Not

Galaxy Rangers

Knight Rider

Automan

Shazam

Chips

Miami Vice

Spectreman

Tolas coisas bobas, baratas e bacanas

STCK-1430

INANIMATE CHARACTER STICKERS –  um jeito simples de dar vida pra coisas inanimadas. Mas se não quiser gastar $3,99 na pepetualkid.com você pode descolar uma dessas canetas de escrever em CD e ver o que vira.

Concursos, Prêmios e Simpatizantes

miss

Pense nisso:

Quer ajudar alguém iniciar a sua carreira; Seja publicitário, ilustrador, designer, artista gráfico, enfim em qualquer área escolhida? Um concurso pode ser uma grande ferramenta, mas funciona apenas se os concorrentes conseguirem um feedback apos o termino da ação, sei que o prêmio é a grande isca e provavelmente muitos não entrariam se ele não valesse a pena, o que infelizmente demonstra a falta de experiência e imaturidade dos novos [futuros] profissionais.

Isso também pode ser o reflexo de concursos mal elaborados e alguns até criados com finalidades obscuras, afinal apenas um vai se beneficiar de verdade. Os demais apenas perderam tempo.

Não precisa ser assim. Uma banca julgadora só pode ser chamada de “julgadora” se tiver credibilidade e critérios plausíveis e claros sobre a forma como foi feita a seleção, então se o intuito é alavancar talentos e ajudar o mercado, “aprender” é o grande troféu que todos os participantes podem levar para casa ao final.

O grande problema é que na organização de ações como essa, na reta final toda energia fica focada em promover o vencedor e as entidades envolvidas perdendo o foco inicial.

Se o intuito é ajudar, então ajude de verdade.

LOOM by Polynoid

LOOM

Fiquei vidrado nesse vídeo do pessoal da Polynoid, impossível ficar indiferente.

Loom from Polynoid on Vimeo.

Assista em tela cheia. Valeu a dica de Rafael Dante